A Parábola dos Viticultores
O clímax da parábola acontece quando o proprietário da vinha ordena que sejam pagos os salários de cada trabalhador, ao fim da jornada. Após a execução das tarefas, era um direito solicitar o pagamento.
Os primeiros ajudantes, que trabalharam desde o início da colheita, ao verem o salário daqueles que chegaram por último, acharam que receberiam mais do que estes, mas ficaram decepcionados ao perceberem que ganharam a mesma quantia. Por isso, foram reclamar e ouviram como resposta que estavam recebendo o que havia sido combinado, não havendo, portanto, injustiça em seus salários.
Era direito do dono da vinha pagar a quantia que desejasse a cada trabalhador, desde que cumprisse o que havia sido prometido.
- Segunda-feira: Mateus 19.16-27
- Terça-feira: Mateus 20.1-4
- Quarta-feira: Mateus 20.5-7
- Quinta-feira: Mateus 20.8-13
8 "Ao cair da tarde, o dono da vinha disse a seu administrador: ‘Chame os trabalhadores e pague-lhes o salário, começando com os últimos contratados e terminando nos primeiros’.
9 "Vieram os trabalhadores contratados por volta das cinco horas da tarde, e cada um recebeu um denário.
10 Quando vieram os que tinham sido contratados primeiro, esperavam receber mais. Mas cada um deles também recebeu um denário.
11 Quando o receberam, começaram a se queixar do proprietário da vinha,
12 dizendo-lhe: ‘Estes homens contratados por último trabalharam apenas uma hora, e o senhor os igualou a nós, que suportamos o peso do trabalho e o calor do dia’.
13 "Mas ele respondeu a um deles: ‘Amigo, não estou sendo injusto com você. Você não concordou em trabalhar por um denário?
Mateus 20.1-16
O clímax da parábola acontece quando o proprietário da vinha ordena que sejam pagos os salários de cada trabalhador, ao fim da jornada. Após a execução das tarefas, era um direito solicitar o pagamento.
Os primeiros ajudantes, que trabalharam desde o início da colheita, ao verem o salário daqueles que chegaram por último, acharam que receberiam mais do que estes, mas ficaram decepcionados ao perceberem que ganharam a mesma quantia. Por isso, foram reclamar e ouviram como resposta que estavam recebendo o que havia sido combinado, não havendo, portanto, injustiça em seus salários.
Era direito do dono da vinha pagar a quantia que desejasse a cada trabalhador, desde que cumprisse o que havia sido prometido.
(Adaptado da revista Diálogo e Ação, da Ed. JUERP)
Leitura Diária
- Quinta-feira: Mateus 20.8-13
8 "Ao cair da tarde, o dono da vinha disse a seu administrador: ‘Chame os trabalhadores e pague-lhes o salário, começando com os últimos contratados e terminando nos primeiros’.
9 "Vieram os trabalhadores contratados por volta das cinco horas da tarde, e cada um recebeu um denário.
10 Quando vieram os que tinham sido contratados primeiro, esperavam receber mais. Mas cada um deles também recebeu um denário.
11 Quando o receberam, começaram a se queixar do proprietário da vinha,
12 dizendo-lhe: ‘Estes homens contratados por último trabalharam apenas uma hora, e o senhor os igualou a nós, que suportamos o peso do trabalho e o calor do dia’.
13 "Mas ele respondeu a um deles: ‘Amigo, não estou sendo injusto com você. Você não concordou em trabalhar por um denário?
Exercite sua Memória
"Ide também vós para a vinha"
Mateus 20.7
PEPE – Interceda pelo PEPE (programa socioeducativo) que está presente em 21 países e beneficia 8 mil crianças. O projeto leva educação de qualidade a crianças com idade de 4 a 6 anos, o que garante a entrada e permanência delas no ensino regular. Além disto, a mensagem de Cristo é transmitida a elas e suas famílias.
